Monocotiledôneas e Dicotiledôneas

•27/11/2011 • 3 Comentários

  • Sementes de monocotiledôneas. Nesse tipo de semente, como a do milho, existe um único cotilédone; daí o nome desse grupo de plantas ser monocotiledôneas (do grego mónos: ‘um’, ‘único’). As substâncias que nutrem o embrião ficam armazenadas numa região denominada endosperma. O cotilédone transfere nutrientes para as células embrionárias em desenvolvimento.
  • Sementes de dicotiledôneas. Nesse tipo de semente, como o feijão, existem dois cotilédones – o que justifica o nome do grupo, dicotiledôneas (do grego dís: ‘dois’). O endosperma geralmente não se desenvolve nas sementes de dicotiledôneas; os dois cotilédones, então armazenam as substâncias necessárias para o desenvolvimento do embrião.

Sistema Reprodutor Marsculino

•19/09/2010 • Deixe um comentário

Aparelho reprodutor masculino

As estruturas externas do aparelho reprodutor masculino são o pênis, o escroto e os testículos. As estruturas internas são constituídas pelos canais deferentes, a uretra, a próstata e as vesículas seminais.

Os espermatozóides, que contêm os genes do homem, formam-se nos testículos e armazenam-se nas vesículas seminais. Durante a relação sexual, os espermatozóides são transportados juntamente com um líquido chamado sêmen, através dos canais deferentes e do pênis ereto.

Estrutura

A base da glande denomina-se coroa. Nos homens não circuncidados, o prepúcio estende-se desde a coroa e cobre a glande. Quase todo o corpo do pênis é formado por três espaços cilíndricos (seios) de tecido erétil. Os dois maiores, os corpos cavernosos, estão localizados em ambos os lados. O terceiro seio, o corpo esponjoso, rodeia a uretra. Quando estes espaços se enchem de sangue, o pênis aumenta de tamanho e torna-se rígido e ereto.

O escroto é um saco de pele fina que rodeia e protege os testículos. O escroto também atua como um sistema de controle da temperatura para os testículos, porque estes precisam de estar a uma temperatura ligeiramente inferior à temperatura do corpo, com o que o desenvolvimento normal dos espermatozóides é favorecido.

Os testículos são corpos ovais do tamanho de azeitonas grandes, que se encontram no escroto. Em geral, o testículo esquerdo desce um pouco mais que o direito.

Os testículos têm duas funções: produzir espermatozóides e sintetizar testosterona (a principal hormônio sexual masculino). O epidídimo, que está apoiado nos testículos, é um tubo em forma de espiral com aproximadamente 6 m de comprimento, que recolhe os espermatozóides dos testículos e que constitui o lugar e o ambiente adequado para que estes amadureçam.

O canal deferente é um canal semelhante a um cordão que sai do epidídimo e transporta os espermatozóides. Estes canais vão desde cada testículo até à parte posterior da próstata e entram na uretra, onde formam os canais ejaculadores. Outras estruturas, como os vasos sanguíneos e os nervos, acompanham cada canal deferente e juntos formam uma estrutura semelhante a um cordão: o cordão espermático.

Órgãos reprodutores masculinos

A uretra desempenha uma dupla função no homem. Este canal é a porção do trato urinário que transporta urina desde a bexiga e, ao mesmo tempo, constitui a parte do aparelho reprodutor através da qual é ejaculado o sêmen.

A glândula prostática (ou simplesmente próstata) localiza-se precisamente por baixo da bexiga, na pelve e contorna a porção média da uretra. Embora, em geral, tenha o tamanho de uma noz, esta glândula cresce com o passar dos anos

A próstata e as vesículas seminais, que se encontram por cima dela, produzem um líquido que nutre os espermatozóides. Este líquido fornece a maior parte do volume de sêmen, a secreção na qual são expulsos os espermatozóides durante a ejaculação. Outro líquido constituinte do sêmen provém dos canais deferentes e das glândulas mucosas da cabeça do pênis.

Função

Durante a atividade sexual, o pênis torna-se rígido e ereto, o que permite a penetração na relação sexual. A ereção é o resultado de uma complexa interação de impulsos neurológicos, vasculares, hormonais e psicológicos. Os estímulos de prazer que os sentidos recebem provocam uma reação no cérebro, que envia sinais nervosos pela espinal medula até ao pênis. As artérias que levam o sangue aos corpos cavernosos e ao corpo esponjoso, reagem dilatando-se.

As artérias dilatadas aumentam radicalmente o fornecimento sanguíneo a essas áreas eréteis que, em consequência, se enchem de sangue e se expandem. Os músculos que rodeiam as veias que normalmente drenam o sangue do pênis contraem-se e, por isso, o débito de saída do sangue torna-se mais lento. A elevada pressão do sangue no pênis faz com que este aumente em comprimento e diâmetro.

A ejaculação ocorre no ponto máximo da excitação sexual, quando a fricção sobre a glande e outros estímulos enviam sinais ao cérebro e à espinal medula. Os nervos estimulam as contrações musculares nos canais do epidídimo, nos canais deferentes, nas vesículas seminais e na próstata. Essas contrações transportam o sêmen até à uretra.

A contração dos músculos que rodeiam a uretra continua a empurrar o sêmen pelo pênis até o fazer sair. O colo da bexiga também se contrai para evitar que o sêmen flua para trás e entre na bexiga.

Depois da ejaculação (ou quando a estimulação pára) as artérias estreitam-se e as veias relaxam-se. Isto reduz a entrada de sangue, faz aumentar a sua saída e o pênis torna-se então flácido.

Fonte: www.manualmerck.net

Órgãos Reprodutores Masculinos

Sistema Reprodutor Masculino

Órgãos Genitais Masculinos

Estes órgãos são descritos na ordem em que os espermatozóides, células sexuais masculinas, são formados e conduzidos para o órgão copulador masculino.

Os testículos

Glândulas sexuais masculinas. Produzem os espermatozóides e a hormônio sexual masculino, a testosterona. A hipófise fica no cérebro, e é a glândula que controla e regula o funcionamento dos testículos. São formados por um conjunto de tubos pequeníssimos que se juntam nos epidídimos. A partir da puberdade os testículos começam a fabricar os espermatozóides e este processo continua ao longo de toda a vida.

Espermatozóides

Os espermatozóides são células reprodutoras masculinas. Inicialmente são maiores, mas com o seu amadurecimento perdem a camada de gordura que os envolve e cresce-lhes uma cauda, o que lhes possibilitará uma maior mobilidade. O espermatozóide maduro é formado por uma cabeça, um corpo intermédio e uma cauda. Podem chegar a viver três dias no interior do aparelho genital feminino.

Os epidídimos

Estruturas com formato de vírgulas situadas sobre os testículos. São formados pela reunião dos pequenos tubos testiculares. No seu interior acabam de amadurecer os espermatozóides. Os espermatozóides permanecem por pelo menos 3 dias para receberem as caudas e nutrientes dentro dos canais enrolados dos epidídimos.

Os canais deferentes

Saem de cada epidídimo, sobem, comunicam com as vesículas seminais, entram na próstata e, no seu interior, desembocam na uretra. À medida que os espermatozóides amadurecem, sobem pelos canais deferentes e instalam-se nas vesículas seminais. O ducto deferente é o canal excretor do testículo.

As vesículas seminais

Pequenos sacos que contêm os espermatozóides maduros. Estão situados debaixo da bexiga. Fabricam um líquido viscoso que protege os espermatozóides, os alimenta e facilita a sua deslocação. Este líquido é formado por substâncias alimentares (glicoses, etc.) e chama-se líquido seminal. Os espermatozóides não se podem alimentar por si mesmos, pois perderam a capa de gordura que os envolvia. Precisam, por isso, de uma alimentação externa.

A próstata

Estrutura única situada perto das vesículas seminais e por debaixo da bexiga. No interior da próstata os canais deferentes desembocam na uretra. A próstata produz também um liquido que protege, alimenta e facilita a mobilidade dos espermatozóides. Chama-se líquido prostático.

O conjunto formado pelo líquido seminal e prostático e pelos espermatozóides constitui o sêmen ou o esperma, liquido branco e espesso que sai durante a ejaculação através da uretra. A próstata, situada sob a bexiga, rodeia a porção inicial da uretra, de cujas paredes se originou; suas múltiplas glândulas, que secretam a maior parte do líquido seminal, abre-se na uretra prostática. Seu estroma é rico em musculatura lisa que, na eminência da ejaculação, contrai e expulsa a secreção. Os ductos ejaculadores convergem e abre-se na parede posterior da uretra prostática.

A uretra

Canal por onde passam o sêmen e a urina. O seu funcionamento é regulado por um pequeno músculo que impede a saída dos dois líquidos ao mesmo tempo. A parte final da uretra é um pouco mais larga e chama-se meato urinário. Através da uretra sai o esperma: é a ejaculação. A uretra é também o canal por onde passa a urina, através do órgão genital masculino. Mas quando o esperma está saindo, um músculo perto da bexiga fecha a passagem da urina. Por isso os dois nunca saem ao mesmo tempo.

A ejaculação

A ejaculação tem lugar no momento do orgasmo. Também durante o sono pode haver uma ejaculação relacionada normalmente com um sonho erótico. Chama-se então polução noturna. A freqüência das poluções noturnas é muito variável e depende de muitos fatores. Não nos devemos preocupar com isso, pois não tem qualquer importância.

Polução noturna

Polução noturna, às vezes chamada de sonho erótico, é a emissão ou descarga do sêmen durante o sono. É sabido que durante o sono, o órgão genital masculino fica ereto e se um sonho erótico acontece, a ejaculação e orgasmo podem ser o desfecho desse sonho. Não é regra, mas quase sempre acompanha-se de um sonho erótico em que o indivíduo acorda imediatamente antes ou imediatamente após ejacular.

Muitas vezes, o sonho erótico pode ser lembrado e percebido como uma experiência sexual prazerosa. Ocorre em todas as idades, mas é, disparadamente, mais comum dos 10 aos 20 anos, justamente no período de maior inexperiência sexual e energia sexual reprimida ou insatisfatoriamente resolvida.

Até os quinze anos de idade, cerca de 50% dos meninos terão tido pelo menos um episódio de polução noturna; talvez seja o sinal do início do exercício da sexualidade.

O fenômeno parece ser uma maneira do organismo “se livrar” do excesso de sêmen acumulado já que é menos freqüente em quem ejacula regularmente por masturbação ou relação sexual. A polução noturna não deve ser tomada como anormal ou sinal de alguma enfermidade. Ocorre, inclusive, em adultos com vida sexual regular e estável.

Seu maior inconveniente talvez seja explicar o que ou com quem se sonhou ou a mancha de sêmen na roupa ou lençóis. Costuma ser bastante embaraçoso para os adolescentes. Não se conhece uma maneira eficiente de evitar os sonhos eróticos e nem se deveria tentar fazê-lo já que se trata de um aspecto normal da sexualidade.

Orgão genital masculino e Uretra Peniana

Desempenha 2 funções. Os seus corpos cavernosos, cilíndricos preenchem-se de sangue e o enrijecem para a introdução no orgão genital feminino, durante o coito. Outra parte do orgão genital masculino é a uretra peniana, envolta por seu corpo esponjoso. Quando flácida, a uretra conduz a urina e, na ejaculação, emite o sêmen.

A parte livre do orgão genital masculino apresenta corpo e glande, esta expandida em coroa na junção com o corpo do órgão. O resto da glande afina-se em ápice arredondado, com fenda sagital: o óstio externo da uretra. A pele do orgão genital masculino é fina e muito móvel no corpo, mas fixa e modificada na glande.

Entre ambas as partes, uma prega móvel da pele, o prepúcio, pode cobrir a glande ou descobrí-la. Três cilindros de tecido erétil (envoltos por forte túnica colágena, albugínea) forma a massa principal do orgão genital masculino, 2 deles no dorso do órgão, os corpos cavernosos; ventralmente a eles, o corpo esponjoso da uretra.

Ureter

Conduz líquidos como urina e esperma ao meio externo.

Sistema Reprodutor Feminino

•19/09/2010 • 2 Comentários

Quais as características físicas que diferenciam o homem da mulher?

Uma série de características físicas diferenciam o corpo do homem do da mulher. As mais marcantes dizem respeito ao sistema reprodutor. Mas existem outras de ordem mais geral. Por exemplo, a textura da pele, que na mulher é mais macia; a quantidade de pêlos, bem menor na mulher; a distribuição de gordura pelo corpo, que faz com que a mulher tenha quadris mais largos, ventre mais saliente e coxas mais roliças. Todas essas características são determinadas pela ação dos hormônios femininos (estrógeno e progesterona).

Como é formado o aparelho reprodutor feminino?

O aparelho reprodutor feminino é formado por órgãos externos, que são visíveis (genitais externos e seios), e internos (ovários, útero, trompas, etc.).

Quais os órgãos externos do aparelho reprodutor feminino?

Os genitais externos, que compõem a vulva, podem ser visualizados com a ajuda de um espelho.

São eles:

Monte de Vênus

Parte frontal da vulva. É uma saliência recoberta de pele e pêlos.

Grandes lábios

Duas pregas de pele (uma de cada lado), recobertas total ou parcialmente de pêlos.

Pequenos lábios

Duas pregas menores, sem pêlos, localizadas na parte interna dos grandes lábios, mais perto da entrada do aparelho genital feminino.

Clitóris

Pequena saliência situada na junção anterior aos pequenos lábios. É bastante sensível ao tato, tendo um papel importante na excitação sexual da mulher.

Orifício uretral

Pequena abertura redonda localizada logo abaixo do clitóris, na entrada do aparelho genital feminino. É o canal que liga a bexiga ao meio externo, por onde a urina é eliminada.

Entrada da genitália

Abertura de contorno irregular, bem maior que o orifício uretral e por onde é eliminada a menstruação.

Hímen

Membrana fina, localizada na entrada da genitália. Ela geralmente se rompe nas primeiras relações sexuais.

Sistema Reprodutor Feminino

Seios (ou mamas)

Órgãos formados por dois tipos de tecido (glandular e gorduroso). Os seios começam a se desenvolver na adolescência, pela ação dos hormônios femininos. Também por essa ação, durante o ciclo menstrual eles podem aumentar de volume e tornam-se mais sensíveis, alguns dias antes da menstruação. Durante a gravidez, eles crescem, preparando-se para produzir leite (que ocorre após o parto).

Quais os órgãos internos do aparelho reprodutor feminino?

São eles:

Genitália

Canal em forma de tubo, que se estende da vulva (sistema reprodutor feminino) até a parte inferior do útero (colo uterino).

Útero

Órgão formado por tecido muscular, com formato de uma pêra (invertida). O útero tem uma cavidade cuja superfície está coberta por um tecido que possui muitas glândulas. Esse tecido, conhecido como endométrio, prepara-se durante cada ciclo menstrual para receber o ovo (óvulo fecundado). Se a gravidez não ocorrer, esse tecido se desprende e é eliminado, por meio da menstruação.

Sistema Reprodutor Feminino

A parte inferior do útero, chamada de colo do útero, termina no fundo da genitália, onde está o canal cervical, responsável pela comunicação entre a cavidade uterina e o aparelho reprodutor feminino.

Trompas

Dois canais finos que saem de cada lado do fundo do útero e terminam com as extremidades dilatadas, perto dos ovários. É o lugar onde as sementes masculinas, os espermatozóides, unem-se ao óvulo, quando há fecundação.

Ovários

Duas glândulas em forma de amêndoa, situadas em cada lado do útero, logo abaixo das trompas. Sob a ação do sistema nervoso central, os ovários produzem os hormônios femininos (estrógeno e progesterona) que provocam o desenvolvimento do óvulo. Uma vez por mês, expulsam o óvulo maduro que é captado pela trompa.

Sistema Reprodutor Feminino

Problemas gerados pela poluição

•20/11/2011 • 1 Comentário

Esta poluição tem gerado diversos problemas nos grandes centros urbanos. A saúde do ser humano, por exemplo, é a mais afetada com a poluição. Doenças respiratórias como a bronquite, rinite alérgica, alergias e asma levam milhares de pessoas aos hospitais todos os anos. A poluição também tem prejudicado os ecossistemas e o patrimônio histórico e cultural em geral. Fruto desta poluição, a chuva ácida mata plantas, animais e vai corroendo, com o tempo, monumentos históricos. Recentemente, a Acrópole de Atenas teve que passar por um processo de restauração, pois a milenar construção estava sofrendo com a poluição da capital grega. O clima também é afetado pela poluição do ar. O fenômeno do efeito estufa está aumentando a temperatura em nosso planeta. Ele ocorre da seguinte forma: os gases poluentes formam uma camada de poluição na atmosfera, bloqueando a dissipação do calor. Desta forma, o calor fica concentrado na atmosfera, provocando mudanças climáticas. Futuramente, pesquisadores afirmam que poderemos ter a elevação do nível de água dos oceanos, provocando o alagamento de ilhas e cidades litorâneas. Muitas espécies animais poderão ser extintas e tufões e maremotos poderão ocorrer com mais freqüência.

Soluções e desafios

Apesar das notícias negativas, o homem tem procurado soluções para estes problemas. A tecnologia tem avançado no sentido de gerar máquinas e combustíveis menos poluentes ou que não gerem poluição. Muitos automóveis já estão utilizando gás natural como combustível. No Brasil, por exemplo, temos milhões de carros movidos a álcool, combustível não fóssil, que poluí pouco. Testes com hidrogênio tem mostrado que num futuro bem próximo, os carros poderão andar com um tipo de combustível que lança, na atmosfera, apenas vapor de água.

Poluição do Ar

•27/10/2010 • 5 Comentários

Chuva Ácida 

                         A chuva ácida é uma das principais conseqüências da poluição do ar. As queimas de carvão ou de petróleo liberam resíduos gasosos, como óxidos de nitrogênio e de enxofre. A reação dessas substâncias com a água forma ácido nítrico e ácido sulfúrico, presentes nas precipitações de chuva ácida. 

Chuva ácida

Chuva ácida

  Os poluentes do ar são carregados pelos ventos e viajam milhares de quilômetros; assim, as chuvas ácidas podem cair a grandes distâncias das fontes poluidoras, prejudicando outros países. 

                         O solo se empobrece, a vegetação fica comprometida. A acidificação prejudica os organismos em rios e lagoas, comprometendo a pesca. Monumentos de mármore são corroídos, aos poucos, pela chuva ácida. 

  A poluição do ar é caracterizada pela presença de gases tóxicos e partículas líquidas ou sólidas no ar. Os escapamentos dos veículos, as chaminés das fábricas, as queimadas estão constantemente lançando no ar grandes quantidades de substâncias prejudiciais à saúde.

As causas da Poluição Atmosférica

Poulição causada por indústrias

Nos grandes centros urbanos e industriais tornam-se freqüentes os dias em que a poluição atinge níveis críticos. Os escapamentos dos veículos automotores emitem gases como o monóxido (CO) e o dióxido de carbono (CO2 ), o óxido de nitrogênio (NO), o dióxido de enxofre (SO2) e os hidrocarbonetos. As fábricas de papel e cimento, indústrias químicas, refinarias e as siderúrgicas emitem óxidos sulfúricos, óxidos de nitrogênio, enxofre, partículas metálicas (chumbo, níquel e zinco) e substâncias usadas na fabricação de inseticidas. Todos esses poluentes são resultantes das atividades humanas e são lançados na atmosfera.

Os efeitos

                        A emissão excessiva de poluentes tem provocado sérios danos à saúde como problemas respiratórios (Bronquite crônica e asma), alergias, lesões degenerativas no sistema nervoso ou em órgãos vitais e até câncer. Esses distúrbios agravam-se pela ausência de ventos e no inverno com o fenômeno da inversão térmica (ocorre quando uma camada de ar frio forma uma parede na atmosfera que impede a passagem do ar quente e a dispersão dos poluentes). Os danos não se restringem à espécie humana. Toda a natureza é afetada. A toxidez do ar ocasiona a destruição de florestas, fortes chuvas que provocam a erosão do solo e o entupimento dos rios.

                         No Brasil, dois exemplos de cidades totalmente poluídas são Cubatão e São Paulo. Os principais impactos ao meio ambiente são a redução da camada de ozônio, o efeito estufa e a precipitação de chuva ácida.

A redução da Camada de Ozônio

                         A camada de ozônio protege a terra dos raios ultravioleta do sol, que são extremamente prejudiciais à vida. Ela está situada na faixa de 15 e 50 km de altitude. Os CFCs (clorofluorcarbonos) são compostos altamente nocivos a este escudo natural da terra. O CFC é uma mistura de átomos de cloro e carbono. Presentes no ar poluído, o CFC é transportado até elevadas altitudes quando é bombardeado pelos raios solares ocasionando a separação do cloro e do carbono. O cloro, por sua vez, tem a capacidade de destruir as moléculas de ozônio. Basta um átomo de cloro para destruir milhares de moléculas de ozônio (O3 ) formando um buraco, pelo qual, os raios UV passam chegando a atingir a superfície terrestre. A redução do ozônio contribui para o efeito estufa.

Redução da camada de ozônio

Redução da camada de ozônio

 

Efeito Estufa

                          O efeito estufa é o aquecimento da Terra, ou seja, é a elevação da temperatura terrestre em virtude da presença de certos gases na atmosfera. Esses gases permitem que a luz solar atinja a superfície terrestre, mas bloqueia e enviam de volta parte da radiação infravermelha (calor) irradiada pela Terra. O principal agente causador do efeito estufa é o gás carbônico (CO2 ) resultante da combustão do carvão, lenha e petróleo. Esse efeito é semelhante à dos vidros fechados de um carro exposto ao sol. O vidro permite a passagem dos raios solares, acumulando calor no interior do veículo, que fica cada vez mais quente. As conseqüências desse fenômeno são catastróficas como o aquecimento e a alteração do clima favorecendo a ocorrência de furacões, tempestades e até terremotos; ou o degelo das calotas polares, aumentando o nível do mar e inundando regiões litorâneas; ou afetando o equilíbrio ambiental com o surgimento de epidemias.

Efeito estufa

Efeito estufa

 

 

Atividades de Revisão

•26/10/2011 • 4 Comentários

Genética – Atividades de Revisão

Clique no link acima para baixar a revisão da 7ª série.

Abaixo o gabarito

1. Hereditariedade.

2. Concordaria, mas afirmaria que os genes não sofrem modificações, pois a fenocópia ocorre sem alteração dos genes.

3. FRASE 1: penetrância, pois se refere à frequência com que a característica se manifesta.

FRASE 2: expressividade, pois se refere à intensidade com que o gene se manifesta.

3. Aa

4. Plantas anãs: 25% (uma em quatro possibilidade). Plantas altas: 75% (três em quatro possibilidades).

CATAPORA

•26/11/2011 • 4 Comentários


Lesões típicas da catapora.

A catapora, ou varicela, é uma doença viral, causada pelo Herpesvirus varicellae, e que se manifesta com maior frequência em crianças. Na maioria das vezes, apresenta-se de forma benigna e as pessoas acometidas tendem a apresentar cansaço, dor de cabeça, febre e perda de apetite.

O mais característico, no entanto, é o surgimento de pequenas feridas de cor avermelhada e número variável, que costumam se manifestar no tronco, rosto, membros e, em alguns casos, nas mucosas. Logo, essas lesões evoluem para bolhas com líquido e, em cerca de cinco dias, começam a cicatrizar. Como aparecem em grupos, em uma mesma pessoa acometida, tais lesões são visíveis, apresentando-se em diferentes estágios.

A transmissão se dá por meio de gotículas ou secreções nasais contendo o vírus, mesmo que os sintomas ainda não tenham surgido. Além disso, a secreção das feridas também é contaminante, até mesmo quando já formaram as “casquinhas”. Há, também, a possibilidade de transmissão de mãe para filho, durante a gestação.

Gestantes, recém-nascidos e pessoas nas quais a imunidade se encontra comprometida, devem receber cuidados especiais, já que a doença, nesses casos, pode evoluir para quadros mais graves, como pneumonia, edema, infecção de ouvido, herpes-zóster (erupção cutânea bastante dolorosa) e síndrome de Reye (doença grave, de rápida progressão e muitas vezes fatal, que compromete o fígado e o sistema nervoso). Além disso, todos os pacientes devem evitar tocar ou coçar as feridas, já que tais atos podem provocar infecções bacterianas, causando complicações e aumentando a probabilidade de a pele ficar manchada.

Quanto ao diagnóstico e tratamento, devem ser feitos sob orientação médica, sendo que esse último se foca no controle dos sintomas e prevenção de complicações, já que não existem medidas que provoquem a expulsão do vírus do organismo. Em hipótese alguma a pessoa deve se automedicar, principalmente se se tratar de salicilatos, como a aspirina, já que este ato pode provocar a síndrome de Reye. Não há comprovação científica acerca da eficácia do permanganato de potássio.

Em razão do seu alto grau de transmissibilidade, é importante que os pacientes permaneçam em casa, de repouso, por pelo menos uma semana, para evitar que outras pessoas sejam afetadas. Introduzida no ano de 1995, outra medida eficaz para a prevenção da catapora, ou de manifestações mais severas, é a vacina. No caso de pessoas imunocomprometidas, e que tiveram contato com o vírus, deve ser avaliada a possibilidade da imunização através do uso de globulinas.

Vale lembrar que pessoas que já contraíram esse vírus se tornam imunes a essa doença. Entretanto, por permanecer, de forma latente, no organismo, o H. varicellae pode provocar a manifestação da herpes-zóster.
O MINISTÉRIO DA SAÚDE ADVERTE:
A automedicação pode ter efeitos indesejados e imprevistos, pois o remédio errado não só não cura como pode piorar a saúde.

 

Por Mariana Araguaia
Graduada em Biologia
Equipe Brasil Escola

A raiz

•26/11/2011 • 1 Comentário

Partes da raiz

               A raiz é composta de várias partes: a coifa, a zona lisa (ou de crescimento), a zona polífera (dos pêlos absorventes), a zona suberosa (ou de ramificação) e o colo (ou coleto).

             1)      Coifa -  È uma espécie de capuz que protege a ponta da raiz. Nessa região, existem células pequenas e relativamente delicadas que se multiplicam intensamente, promovendo o crescimento vertical da raiz. A coifa envolve e protege essas células contra o atrito com as partículas do solo e contra o ataque de microrganismos diversos. 

        2)      Região lisa (ou de crescimento) – É a região onde ocorre o alongamento das células que foram produzidas na ponta protegida pela coifa; o grande alongamento das células, nessa região, permite o crescimento da raiz. Assim, para que uma raiz cresça bem, deve haver: multiplicação de células (na ponta) e alongamento celular (na região lisa). 

        3)      Região polífera (dos pêlos absorventes) – Nessa região existem pêlos absorventes, que retiram do solo água e sais minerais, que vão formar a seiva bruta. É também chamada zona de absorção.

        4)      Região suberosa (ou de ramificação) – Região na qual a raiz se ramifica, originando as raízes secundárias, que auxiliam a fixação da planta no solo e aumentam a superfície da absorção.

        5)      Colo (ou coleto) - Ponto de encontro da raiz com o caule.

Tipos básicos de raízes

                Vimos que as angiospermas podem ser divididas em dois grandes grupos: monocotiledôneas e dicotiledôneas. Nesses grupos, verificam-se dois tipos básicos de raízes: fasciculadas e pivotantes.        

Raízes fasciculadas

               As raízes fasciculadas compõem-se de um conjunto de raízes finas que têm origem em um único ponto. Não existe nessas raízes uma ramificação mais desenvolvida que outra. Também chamadas de raízes em cabeleira, as raízes fasciculadas ocorrem nas monocotiledôneas, como a grama, o milho, a cana, etc.

Raízes pivotantes

               Nesse sistema de raízes, existe uma raiz principal, geralmente maior que as demais e que penetra verticalmente no solo. Da raiz principal partem as raízes laterais, que também se ramificam.  As raízes pivotantes, também chamadas de raízes axiais, ocorrem nas dicotiledôneas, como o feijão, o café, a laranjeira, o abacateiro, o ipê, etc.

Tipos especiais de raízes

               As raízes têm função de absorção e de fixação. Mas algumas plantas possuem tipos especiais de raízes com outras funções. Passaremos, então, a estudar os seus principais exemplos: tuberosas, escoras, tabulares, sugadoras e respiratórias.

Raízes tuberosas

               As raízes tuberosas contêm grande reserva de substâncias nutritivas e são muito utilizadas na nossa alimentação. Como exemplos dessas raízes, podemos citar a mandioca, a cenoura, a beterraba, o cará, a batata-doce e o nabo.

Raízes-escoras

                Essas raízes, também chamadas de raízes-suportes, partem do caule e se fixam no solo, aumentando a superfície de fixação da planta. Geralmente são encontradas nas plantas que se desenvolvem nos mangues, ambientes de solos movediços; é o caso da planta chamada de mangue-vermelho, do gênero Rhizophora.

Raízes tabulares

               As raízes tabulares são raízes achatadas como tábuas que encontramos em algumas árvores de grande porte. Auxiliam a fixação da planta no solo e possuem poros que permitem a absorção de gás oxigênio da atmosfera. A sumaúma, da Amazônia, apresenta raízes tabulares.

Raízes sugadoras

               São raízes de plantas parasitas, como a erva-de-passarinho, que penetram no caule de uma planta hospedeira, sugando-lhe a seiva.

Raízes respiratórias ou pneumatóforas

               São raízes de algumas plantas que se desenvolvem em locais alagadiços. Nesses ambientes, como os mangues, o solo é geralmente muito pobre em gás oxigênio. Essas raízes partem de outras existentes no solo e crescem verticalmente, emergindo da água; possuem poros que permitem a absorção de oxigênio atmosférico.

FONTES: Base de dados do Portal Brasil® e “Os seres vivos”.


Monocotiledôneas vs Dicotiledôneas

•27/11/2011 • 1 Comentário

Monocotiledôneas vs Dicotiledôneas

MONOCOTILEDÔNEAS
DICOTILEDÔNEAS
raiz
fasciculada  (“cabeleira”)
pivotante ou axial (principal)
caule
em geral, sem crescimento em espessura (colmo, rizoma, bulbo)
em geral, com crescimento em espessura (tronco)
distribuição de vasos no caule
feixes líbero-lenhosos “espalhados”(distribuição atactostélica = irregular)
feixes líbero-lenhosos dispostos em círculo  (distribuição eustélica = regular)
folha
invaginante: bainha desenvolvida; uninérvia ou paralelinérvia.
peciolada: bainha reduzida; pecíolo;   nervuras reticuladas ou peninérvias.
Flor
trímera (3 elementos ou múltiplos)
dímera, tetrâmera ou pentâmera
embrião
um cotilédone
2 cotilédones
exemplos
bambu; cana-de-açúcar; grama; milho; arroz; cebola; gengibre; coco; palmeiras.
eucalipto; abacate; morango; maçã; pera; feijão; ervilha; mamona; jacarandá; batata.
MONOCOTILEDÔNEAS
DICOTILEDÔNEAS
raiz
fasciculada  (“cabeleira”)
pivotante ou axial (principal)
caule
em geral, sem crescimento em espessura (colmo, rizoma, bulbo)
em geral, com crescimento em espessura (tronco)
distribuição de vasos no caule
feixes líbero-lenhosos “espalhados”(distribuição atactostélica = irregular)
feixes líbero-lenhosos dispostos em círculo  (distribuição eustélica = regular)
folha
invaginante: bainha desenvolvida; uninérvia ou paralelinérvia.
peciolada: bainha reduzida; pecíolo;   nervuras reticuladas ou peninérvias.
Flor
trímera (3 elementos ou múltiplos)
dímera, tetrâmera ou pentâmera
embrião
um cotilédone
2 cotilédones
exemplos
bambu; cana-de-açúcar; grama; milho; arroz; cebola; gengibre; coco; palmeiras.
eucalipto; abacate; morango; maçã; pera; feijão; ervilha; mamona; jacarandá; batata.

Briófitas; Pteridófitas e Gimnospermas

•27/10/2011 • 3 Comentários

Clique no link em branco → Briófitas, Pteridófitas, Gimnospermas

para baixar o arquivo.

Bons estudos!

Mapa Conceitual Reino Vegetal – 6ª série

•27/10/2011 • Deixe um comentário

Música da semana [RETOMANDO]

•23/10/2011 • Deixe um comentário

FEIRA DE CIÊNCIAS 2011

•23/10/2011 • 3 Comentários

Correção do livro – 6ª série

•23/10/2011 • 2 Comentários

Boa tarde, caro aluno!

Clique no link → http://www.4shared.com/file/6eClFOj7/6_srie_-_correo_do_livro.html

para baixar a correção do livro.

Correção do Livro – 5ª série

•23/10/2011 • 3 Comentários

Boa tarde, caro aluno!

Clique no link → http://www.4shared.com/file/hHLMbGGZ/5_srie_-_livro_corrigido.html 

para baixar a correção das páginas do livro.

Cronograma para a mostra de Química

•13/10/2011 • 1 Comentário

Clique no link ↔

Feira de Ciências

•05/10/2011 • Deixe um comentário

Tema para a turma 111.

 

Sem medo de voar - AIQ

 

Feira de Ciências

•05/10/2011 • Deixe um comentário

Tema para a turma 82.

Combustíveis menos poluentes - AIQ

Feira de Ciências

•05/10/2011 • Deixe um comentário

Tema para a turma 83.

 

Ouro negro - AIQ

 

Feira de Ciências

•05/10/2011 • Deixe um comentário

Tema para a turmas 61.

 

Diagnósticos mais precisos - AIQ

 

Feira de Ciências

•05/10/2011 • Deixe um comentário

Tema para a turma 54.

 

As leis da atração - AIQ

 

 

Feira de Ciências

•05/10/2011 • 1 Comentário

Tema para as turmas 54, 71 e 132.

 

Patrimônio do planeta - AIQ

 

Feira de Ciências

•05/10/2011 • Deixe um comentário

Tema para as turmas 773 e 113.

 

Revolução na saúde- AIQ

 

Feira de Ciências

•05/10/2011 • Deixe um comentário

Tema para as turmas 74 e 75.

 

Medicamentos para todos - AIQ

 

Regulamento para a Semana de Química

•05/10/2011 • 1 Comentário

Clique na imagem para baixar o arquivo.

Clique na imagem para baixar o arquivo

Feira de Ciências

•05/10/2011 • 1 Comentário

Tema para as turmas 66 e 112.

A variedade nas prateleiras - AIQ

 

Feira de Ciências

•05/10/2011 • Deixe um comentário

Tema para as turmas 55 e 122.]

Sabor com saúde - AIQ

Feira de Ciências

•05/10/2011 • Deixe um comentário

Tema para as turmas 65 e 72.

Revolução verde - AIQ

 

Feira de Ciências

•05/10/2011 • 2 Comentários

Tema para as turmas 51 e 62.

Solos mais férteis - AIQ

Feira de Ciências – Ano Internacional da Química

•03/10/2011 • 1 Comentário
Ano Internacional da Química

AIQ - Ano internacional da Química

Gabrito da prova de Ciências

•02/10/2011 • Deixe um comentário

Bom dia, anjinhos!

O link, em branco, abaixo refere-se ao gabarito da prova de Ciências.

 

Clique aqui → Gabarito

Conteúdo para a prova de amanhã

•28/09/2011 • 4 Comentários

Boa noite!

Crianças, eu estou recebendo comentários com dúvidas sobre o que cairá na prova de amanhã. Para o meu espanto!!!

Como previsto no cronograma e pelo o que eu falei em sala vou apenas repetir o que cairá na prova de amanhã.

→ 5ª série: você deverá estudar as listas de exercícios que nós corrigimos em sala; os textos do blog e complementar o estudo com os textos do livro.

→ 6ª série: você deverá estudar, Fungos e Protozoários, no caderno, os textos do blog e complementar com os textos do livro. A lista de exercícios práticos não cairá na prova, pois não irei cobrar a reprodução dos fungos e protozoários.

→ 7ª série: você deverá estudar apenas o Sistema Muscular; os textos do blog e complementar com o livro. Não irei cobrar o nome dos múculos como previsto na lista dos desenhos.

Bons estudos!

Atenção

•28/09/2011 • 3 Comentários

Crianças,

Estou recebendo comentários dos alunos da 5ªsérie que não estão conseguindo baixar os arquivos do seguinte link:

http://www.4shared.com/file/g3-5TMDF/Lista__Livros.html 

No entanto, estou com dificuldades em ajudar, porquê vocês não estão colocando um e-mail correto no comentário para que eu possa enviar o arquivo por e-mail.

Lembrando que essa lista de exercícios eu corrigi em sala e se você não faltou têm a correção no caderno.

Espero poder ajudar, bons estudos!

 
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